Dúvidas frequentes
Perguntas frequentes sobre fisioterapia para idosos
Valores e pagamento
Não. Atendo apenas de forma particular. Alguns convênios reembolsam, no todo ou em parte, a consulta particular: confirme com o seu plano antes de agendar. Eu emito a nota fiscal para você fazer o pedido.
Sim. Emito nota fiscal de todos os atendimentos. É o documento que os convênios costumam pedir para o reembolso.
Aceito cartão de crédito, cartão de débito, dinheiro ou Pix.
Como funciona
Não. A fisioterapia é uma área de primeiro contato: você pode agendar a avaliação diretamente comigo. Se já tiver exames ou laudos, traga no dia.
Começa com uma avaliação completa: histórico clínico e exames, dor, força, flexibilidade, equilíbrio, locomoção e as dificuldades do dia a dia. Só depois defino o plano de tratamento. Traga documento com foto, os últimos exames realizados e roupas confortáveis.
A sessão dura 50 minutos, e a avaliação inicial também. Para a avaliação, peço que traga os últimos exames realizados. É também o momento de tirar todas as dúvidas.
Só dá para definir depois da avaliação. A frequência e o tempo de tratamento dependem da condição de cada paciente e são ajustados conforme a evolução.
Quando os objetivos definidos na avaliação forem alcançados ou quando não houver mais necessidade de fisioterapia. Acompanho a evolução de perto e não mantenho sessões sem necessidade.
Meu foco é a reabilitação de idosos, e é nessa área que faço pós-graduação em Gerontologia. Também atendo adultos em recuperação de cirurgias, lesões e pós-AVC.
Atendimento em casa e localização
Sim. Faço atendimento domiciliar em toda a cidade de Peruíbe/SP e levo os equipamentos necessários para a consulta.
De segunda a sexta-feira, das 7h às 20h.
É um consultório individual de fisioterapia, na Av. Padre Anchieta, 6473 - sala 4, Estância São José, Peruíbe/SP. Atendo um paciente por vez.
O consultório possui estacionamento na frente e rampa de acessibilidade.
Dúvidas da família
Pode ajudar. A perda de força e de equilíbrio aumenta o risco de queda, e o tratamento trabalha justamente força, equilíbrio e segurança para caminhar. Na avaliação, identifico o que precisa de atenção no caso do seu familiar.
Sim. O diagnóstico médico identifica a condição clínica, mas a avaliação fisioterapêutica analisa como ela interfere nos movimentos e na rotina do paciente. São avaliações complementares.
Depende do caso. Mesmo durante a imobilização, pode ser importante receber orientações para evitar perda de força, compensações e outros problemas. Quanto antes procurar um profissional para avaliar, melhores tendem a ser as possibilidades de recuperação.
A fisioterapia respeita os limites de cada pessoa e busca melhorar a funcionalidade possível para a idade e a condição atual. Não existe um limite de idade para buscar mais qualidade de vida.
O plano é construído conforme a condição, os limites e a resposta do paciente a cada sessão. Nada é feito de forma genérica ou apressada.